A rede de modo padrão na cognição: uma perspectiva topográfica

Autores: J. Smallwood, B. Bernhardt, R. Leech, D. Bzdok, E. Jefferies, D. Margulies
Publicado em: 05 de julho de 2021
DOI: 10.1038/s41583-021-00474-4
PDF: Link para o artigo completo

Introdução

A rede de modo padrão (DMN) é um conjunto de regiões cerebrais amplamente distribuídas no córtex parietal, temporal e frontal. Estas regiões frequentemente mostram reduções na atividade durante tarefas que exigem atenção, mas aumentam sua atividade em várias formas de cognição complexa, muitas das quais estão ligadas à memória ou ao pensamento abstrato. Dentro do córtex, a DMN tem sido mostrada em regiões mais distantes daquelas que contribuem para os sistemas sensoriais e motores.

Evolução da Neurociência Cognitiva

A neurociência cognitiva busca entender os substratos físicos da cognição. As investigações iniciais foram limitadas a interpretações funcionais da atividade cerebral medida usando técnicas eletrofisiológicas em modelos animais e estudos de pacientes com distúrbios neurológicos. Com o advento de técnicas de imagem cerebral não invasivas, como a tomografia por emissão de pósitrons e a ressonância magnética funcional, tornou-se possível imaginar a atividade cerebral em tempo real à medida que diferentes estados cognitivos se desenrolavam.

Descobertas Modernas

A moderna imagem cerebral ajudou a entender aspectos importantes de nossas interações com o ambiente, como o córtex visual codifica características complexas da entrada retiniana e como o córtex sensoriomotor controla o movimento. No entanto, uma descoberta intrigante foi a identificação de um conjunto de regiões que diminuem sua atividade neural durante tarefas complexas que exigem atenção. Essas regiões, conhecidas como DMN, mostraram um padrão de atividade que sugere uma linha de base neural da qual estados específicos, mais exigentes em termos de atenção, desviam.

Mapeando a DMN

Embora a DMN tenha sido inicialmente identificada medindo sua atividade durante tarefas, avanços significativos foram feitos no mapeamento de sua estrutura ao estudar sua atividade intrínseca em repouso. A pesquisa avaliou a conectividade funcional das regiões cerebrais, uma métrica calculada com base na correlação temporal entre a atividade neural em diferentes regiões.

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